Na feira de Delmiro Gouveia, precisa-se da data de 1954, no primeiro espaço ocupado, mudando-se a posterior para próximo ao mercado público, 1993.
O primeiro nome dado à cidade de Delmiro Gouveia foi Pedra e o povoado se constituiu a partir de uma estação da estrada de ferro da então Great-Western. A denominação Pedra veio de grandes rochas que existiam junto da estação.
Em 1903 chegou à região, vindo de Recife (PE), o cearense Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, que se estabeleceu vendendo couros de bovinos e peles de caprinos. Em 1914, ele instalou uma fábrica de linha com o nome de Companhia Agro Fabril Mercantil, atraindo para a região muitos moradores e trazendo o desenvolvimento. Em 1921, Delmiro Gouveia conseguiu dotar o lugar de energia elétrica e água canalizada, vindos da cachoeira de Paulo Afonso. A vila operária recebeu o nome de Pedra, a "Pedra de Delmiro".
A feira de Delmiro Gouveia ficava situada sempre próxima ao comércio, quando identificaram por rua, deram o nome de Castelo Branco. Quem mais vendia nela eram pessoas que moravam na região, mas que vinham dos sítios. Elas vendiam coisas como ouricuri, castanha, bolsas, chapéus, queijo, bolo, bolacha e outras coisas. Quem comprava lá eram “o povo da agricultura e da cidade”, como também “os fazendeiros e os operários da fábrica (que davam mais lucro)”. As pessoas que frequentavam a feira vinham do sítio e da cidade, e alguns moravam com patrões. Esses patrões frequentavam e compravam feijão, farinha, açúcar. Apesar da feira está mais fraca, as pessoas que vendiam e compravam ainda permanecem fazendo isso.
O primeiro nome dado à cidade de Delmiro Gouveia foi Pedra e o povoado se constituiu a partir de uma estação da estrada de ferro da então Great-Western. A denominação Pedra veio de grandes rochas que existiam junto da estação.
Em 1903 chegou à região, vindo de Recife (PE), o cearense Delmiro Augusto da Cruz Gouveia, que se estabeleceu vendendo couros de bovinos e peles de caprinos. Em 1914, ele instalou uma fábrica de linha com o nome de Companhia Agro Fabril Mercantil, atraindo para a região muitos moradores e trazendo o desenvolvimento. Em 1921, Delmiro Gouveia conseguiu dotar o lugar de energia elétrica e água canalizada, vindos da cachoeira de Paulo Afonso. A vila operária recebeu o nome de Pedra, a "Pedra de Delmiro".
A feira de Delmiro Gouveia ficava situada sempre próxima ao comércio, quando identificaram por rua, deram o nome de Castelo Branco. Quem mais vendia nela eram pessoas que moravam na região, mas que vinham dos sítios. Elas vendiam coisas como ouricuri, castanha, bolsas, chapéus, queijo, bolo, bolacha e outras coisas. Quem comprava lá eram “o povo da agricultura e da cidade”, como também “os fazendeiros e os operários da fábrica (que davam mais lucro)”. As pessoas que frequentavam a feira vinham do sítio e da cidade, e alguns moravam com patrões. Esses patrões frequentavam e compravam feijão, farinha, açúcar. Apesar da feira está mais fraca, as pessoas que vendiam e compravam ainda permanecem fazendo isso.
Para alguns feirantes,
o local onde se encontra atualmente a feira foi doado pelo prefeito, para outros,
era um local da prefeitura. É importante frisar que, segundo eles, hoje as
coisas estão melhores, já que antes tinham que trazer as coisas e as pessoas
vinham a pé ou de burro, jumento, algum animal que fizesse o transporte.
Segundo dados oficiais dos setores fiscalizadores das feiras, especificamente da prefeitura do município de Água Branca, estão registrados nessa feira 542 feirantes. ela acontece no dia da semana - sábado.
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